Retirada de Pedras nos Rins
Urologista
O que é?
Uma dúvida frequente entre pacientes com diagnóstico de cálculo renal é saber quando a pedra no rim realmente precisa ser retirada por meio de cirurgia, e quando é possível aguardar a eliminação espontânea pela urina. De forma geral, cálculos pequenos, geralmente com menos de 5 mm, têm maior chance de serem eliminados naturalmente, enquanto cálculos maiores, ou aqueles que causam dor persistente, obstrução ou infecção, costumam exigir intervenção.
Entre as principais técnicas para a retirada de pedras nos rins, estão a ureterorrenolitotripsia flexível com laser, na qual um aparelho fino e flexível é introduzido pela uretra até o interior do rim para localizar e fragmentar o cálculo em pequenos pedaços, e a ureterolitotripsia semirrígida, indicada especialmente para cálculos parados no ureter, o canal que liga o rim à bexiga, e que costumam causar episódios de dor intensa, conhecidos como cólica renal. Ambos os procedimentos fazem parte do que a Urologia chama de tratamento endourológico dos cálculos urinários, ou seja, realizado por dentro do próprio trato urinário, sem necessidade de cortes na pele.
Esses procedimentos permitem tratar os cálculos de forma precisa, guiada por imagem em tempo real, sem a necessidade de grandes incisões abdominais. Com atuação focada em endourologia desde 2009 e mais de 2.000 cirurgias realizadas, o Dr. Ricardo Aydar Natalin tem experiência consolidada nesse tipo de procedimento, incluindo casos de cálculos de maior complexidade técnica.
Quando é indicado?
A cirurgia para retirada de pedras nos rins pode ser indicada em diferentes situações, quando o tratamento conservador, baseado apenas em hidratação e observação, não é suficiente ou não é seguro para o paciente. Entre as principais indicações, estão:
- Cálculo grande demais para ser eliminado naturalmente pela urina, dependendo da localização;
- Dor intensa e recorrente, especialmente quando as crises de cólica renal se tornam frequentes ou não respondem bem à medicação analgésica;
- Bloqueio do fluxo urinário, que pode levar à dilatação do rim (hidronefrose) e, se não tratado, a perda progressiva da função renal;
- Infecções urinárias associadas ao cálculo, que podem evoluir para quadros mais graves, como a pielonefrite, quando a pedra funciona como uma barreira à eliminação completa da urina;
- Episódios frequentes de sangue na urina(hematúria), relacionados à presença do cálculo.
Nessas situações, a intervenção tem como objetivo aliviar os sintomas, prevenir complicações e restabelecer o funcionamento adequado do trato urinário. A definição da conduta depende de uma avaliação individualizada, considerando o tamanho, a composição química e a localização exata da pedra, os sintomas apresentados e o impacto do cálculo na saúde geral do paciente. Em muitos casos, técnicas minimamente invasivas permitem tratar o problema com precisão, sem cortes externos e com menor agressão ao organismo, o que costuma resultar em recuperação mais rápida quando comparada às cirurgias abertas tradicionais.
Tipos de intervenções cirúrgicas
Já na ureterorrenolitotripsia flexível endoscópica , a lógica de acesso é semelhante, mas com o uso de um ureteroscópio flexível, capaz de curvar-se internamente e alcançar cálculos localizados na parte superior do ureter ou dentro das cavidades do próprio rim, regiões de mais difícil acesso com instrumentos rígidos. Nesses casos, também pode ser utilizada uma bainha ureteral, um pequeno tubo que protege o canal urinário durante a passagem repetida dos instrumentos, reduzindo o risco de lesão no tecido.
Na maioria dos casos, esses procedimentos são realizados em regime de internação curta, com alta hospitalar em menos de 24 horas, e o retorno às atividades cotidianas costuma ser mais rápido do que em cirurgias que exigem incisões maiores.
Como é o atendimento?
O atendimento do Dr. Natalin para retirada de pedras nos rins é baseado em uma avaliação cuidadosa das condições clínicas de cada paciente, das características específicas do cálculo, como tamanho, localização e composição, e das expectativas em relação ao tratamento. Durante a consulta, o paciente recebe acolhimento e uma explicação detalhada sobre a doença, os riscos de tratar, os riscos de não tratar e os passos necessários até a realização do procedimento, incluindo os exames pré-operatórios habitualmente solicitados.
Também faz parte do atendimento esclarecer o que esperar do pós-operatório imediato e tardio, incluindo aspectos práticos, como:
- O uso do cateter duplo J , quando indicado, e o tempo previsto até sua retirada;
- Sintomas esperados no pós-operatório, como leve desconforto ao urinar ou pequena quantidade de sangue na urina nos primeiros dias;
- Sinais que exigem contato imediato com a equipe médica, como febre, dor intensa ou dificuldade para urinar.
Sempre que há indicação cirúrgica, o Dr. Natalin prioriza procedimentos minimamente invasivos, inclusive em casos de cálculos renais de grande tamanho, buscando eficácia com a menor agressão possível ao organismo. A decisão terapêutica é tomada em conjunto com o paciente, com espaço para dúvidas, participação ativa e respeito às preferências individuais.
Após o procedimento, o acompanhamento continua de forma próxima: os pacientes recebem orientações claras sobre sinais de gravidade, quando procurar um pronto-socorro e quais serviços buscar em cada situação. Além disso, contam com contato direto com o médico, que se coloca à disposição para avaliações programadas ou de urgência, com foco em um pós-operatório seguro e acolhedor.
Sobre o profissional
Dr. Ricardo Aydar Natalin
Urologista | CRM-SP: 111.826 | RQE: 88.313
Dr. Ricardo Aydar Natalin é médico urologista com sólida formação acadêmica e ampla experiência no cuidado de pacientes com condições urológicas. Graduado em Medicina e formado em Urologia pela UNICAMP, aprofundou sua capacitação com especialização em Urologia Minimamente Invasiva na Universidade de Columbia, em Nova Iorque, fellowship em Endourologia pela International Endourologic Society em associação com a UNIFESP, além de doutorado em Urologia pela UNIFESP.
Com 23 anos de experiência em Medicina e 18 anos dedicados à Urologia, Dr. Ricardo Natalin atua com foco em endourologia e cirurgia minimamente invasiva desde 2009. Ao longo de sua trajetória, já atendeu mais de 8.000 pacientes e realizou mais de 2.000 cirurgias, sempre com atenção individualizada, atendimento humanizado e visão integral da saúde. Sua atuação inclui procedimentos minimamente invasivos para o tratamento de grandes cálculos renais, sem cortes, com o uso de tecnologia avançada e laser.
Além da prática clínica, Dr. Ricardo mantém forte participação acadêmica e científica, com artigos publicados em revistas internacionais, capítulos de livros, atuação como revisor científico e participação em bancas de mestrado e doutorado. Também exerceu atividade docente em faculdades de Medicina e atua em importantes hospitais de São Paulo, como Hospital Albert Einstein, Hospital São Luiz e Hospital Nove de Julho. Essa trajetória reflete seu compromisso constante com atualização, excelência técnica e cuidado responsável com cada paciente.








