Cirurgia Minimamente Invasiva

Urologista


O que é?

Conhecida também como cirurgia endoscópica ou, popularmente, "cirurgia sem cortes", a cirurgia minimamente invasiva busca tratar diferentes condições urológicas com o menor grau de agressão possível ao organismo, preservando ao máximo a anatomia do paciente e favorecendo uma recuperação mais confortável e rápida. Esse avanço se tornou possível, em grande parte, graças ao uso de microcâmeras acopladas a equipamentos de vídeo de alta definição, que permitem ao cirurgião visualizar com precisão as estruturas internas do corpo por meio de um monitor, utilizando orifícios naturais ou incisões de poucos milímetros.

 

Na Urologia, essa abordagem já é amplamente consolidada e utilizada em diferentes procedimentos, com benefícios que incluem menor trauma cirúrgico, menor sangramento, redução do tempo de internação e maior precisão técnica em casos selecionados. Formado em Medicina e em Urologia pela UNICAMP, com fellowship em Endourologia pela International Endourologic Society em associação com a UNIFESP, o Dr. Ricardo Aydar Natalin dedica-se à cirurgia minimamente invasiva desde 2009, aliando conhecimento técnico, atualização constante e cuidado individualizado para indicar, em cada caso, o tratamento mais adequado ao paciente.

Quando é indicado?

Diferentes condições urológicas e pélvicas podem ter indicação de tratamento por meio de técnicas minimamente invasivas, sempre a partir de uma avaliação individualizada que considera o quadro clínico, os exames realizados, doenças associadas e o risco cirúrgico de cada paciente. Entre as situações mais comuns em que essa abordagem costuma ser considerada, estão:


  • Cálculos renais e ureterais, popularmente conhecidos como pedra nos rins, quando o tamanho, a localização ou os sintomas justificam intervenção;
  • Hiperplasia prostática benigna, também chamada de aumento benigno da próstata, quando compromete a qualidade da micção;
  • Tumores do trato urinário, incluindo bexiga, rim e ureter;
  • Incontinência urinária, especialmente a perda de urina relacionada a esforços físicos;


De modo geral, o objetivo dessas técnicas é reduzir o trauma cirúrgico e a agressão ao organismo, preservando ao máximo a anatomia do paciente. Em vez de aumentar a morbidade, a proposta é favorecer uma recuperação mais rápida, com menos complicações e maior conforto no pós-operatório, quando a técnica é bem indicada e conduzida por um profissional experiente.


Tipos de intervenções cirúrgicas

Cada quadro urológico demanda uma técnica cirúrgica específica, e a escolha do procedimento leva em conta o diagnóstico, a anatomia do paciente e os objetivos do tratamento. Entre as principais cirurgias minimamente invasivas realizadas em Urologia, muitas vezes sem qualquer corte externo, destacam-se:


  • Ureterolitotripsia endoscópica e ureterorrenolitotripsia flexível : indicadas para cálculos urinários, popularmente chamados de pedra nos rins ou pedra no ureter, o acesso é feito pela uretra, com aparelhos finos equipados com câmera. O cálculo é localizado com precisão, fragmentado com laser e, quando necessário, os fragmentos são retirados com microinstrumentos; ao final do procedimento, pode ser posicionado um cateter duplo J para manter o ureter aberto durante a recuperação.
  • Ressecção transuretral da próstata (RTU de próstata) : também realizada sem incisões, remove o excesso de tecido prostático responsável por bloquear o fluxo urinário em casos de hiperplasia prostática benigna.
  • Ressecção transuretral de bexiga (RTU de bexiga) : utiliza o mesmo princípio de acesso pela uretra para retirar tumores da mucosa vesical e cauterizar a região afetada.
  • Sling transvaginal : indicado para perdas urinárias aos esforços, consiste em uma pequena incisão na mucosa vaginal para posicionamento de uma tela de suporte sob a uretra.


Na maioria desses procedimentos, o tempo de internação é curto e a recuperação tende a ser mais rápida do que em cirurgias abertas convencionais, o que costuma representar um retorno mais ágil às atividades do dia a dia.


Como é o atendimento?

Cada consulta com o Dr. Natalin parte de uma avaliação cuidadosa e individualizada, considerando as condições clínicas do paciente, a patologia em questão e também suas expectativas em relação ao tratamento. Essa análise detalhada permite indicar a conduta de forma responsável, sempre com foco na segurança, no esclarecimento e no cuidado integral da saúde.


Durante o atendimento, o paciente recebe acolhimento e uma explicação ampla sobre o próprio quadro clínico. De forma geral, a consulta costuma abordar:


  • Os riscos do tratamento proposto e também os riscos de não tratar a condição;
  • As etapas até o procedimento , quando a cirurgia é indicada;
  • O que esperar no pós-operatório imediato e tardio ;
  • As alternativas disponíveis, quando existirem, para que a decisão seja compartilhada e consciente.


A proposta é que cada paciente compreenda com clareza todas as fases do processo e se sinta seguro para tomar decisões sobre a própria saúde. Nos casos cirúrgicos, sobretudo em cirurgia minimamente invasiva, o acompanhamento se mantém próximo mesmo após o procedimento: todos os pacientes operados recebem o número de celular pessoal do Dr. Natalin e são orientados a entrar em contato sempre que necessário, o que torna o pós-operatório mais previsível e seguro tanto no curto quanto no médio prazo.


Sobre o profissional

Dr. Ricardo Aydar Natalin

Urologista | CRM-SP: 111.826 | RQE: 88.313


Dr. Ricardo Aydar Natalin é médico urologista com sólida formação acadêmica e ampla experiência no cuidado de pacientes com condições urológicas. Graduado em Medicina e formado em Urologia pela UNICAMP, aprofundou sua capacitação com especialização em Urologia Minimamente Invasiva na Universidade de Columbia, em Nova Iorque, fellowship em Endourologia pela International Endourologic Society em associação com a UNIFESP, além de doutorado em Urologia pela UNIFESP.


Com 23 anos de experiência em Medicina e 18 anos dedicados à Urologia, Dr. Ricardo Natalin atua com foco em endourologia e cirurgia minimamente invasiva desde 2009. Ao longo de sua trajetória, já atendeu mais de 8.000 pacientes e realizou mais de 2.000 cirurgias, sempre com atenção individualizada, atendimento humanizado e visão integral da saúde. Sua atuação inclui procedimentos minimamente invasivos para o tratamento de grandes cálculos renais, sem cortes, com o uso de tecnologia avançada e laser.


Além da prática clínica, Dr. Ricardo mantém forte participação acadêmica e científica, com artigos publicados em revistas internacionais, capítulos de livros, atuação como revisor científico e participação em bancas de mestrado e doutorado. Também exerceu atividade docente em faculdades de Medicina e atua em importantes hospitais de São Paulo, como Hospital Albert Einstein, Hospital São Luiz e Hospital Nove de Julho. Essa trajetória reflete seu compromisso constante com atualização, excelência técnica e cuidado responsável com cada paciente.